28.12.07

TESTES EM ANIMAIS

Você já viu algum coelho usando maquiagem?
Você já viu algum cão, gato ou macaco tomando altas doses de medicamento sem estarem doentes?
Você já viu algum animal sadio ser operado?

VOCÊ CERTAMENTE NÃO VIU, MAS ELES EXISTEM.
ESTÃO LÁ, TRANCAFIADOS ATRÁS DAS PAREDES DOS LABORATÓRIOS DE PESQUISAS.

Segundo pesquisas, anualmente 100 MILHÕES de animais são usados em testes e experiências patrocinadas por indústrias que você nem imagina.
Aproximadamente, 30 mil substâncias quimicas são estudadas em animais antes de chegar ao consumo humano. Os animais são obrigados a ingerir e respirar substâncias que são a base para se fabricar pesticidas, produtos de limpeza, higiene, cosméticos, etc.
São testes que medem os níveis de toxidade de cada produto. Desde um simples sabonete, a tinta da parede de sua casa, até um lustra móveis, tudo foi testato num animal antes de chegar às suas mãos.
Os coelhos são as vítimas prediletas dos pesquisadores por terem olhos grandes e serem extremamente dóceis. Coelhos tem seus olhos recobertos com produtos quimicos para testar os níveis de corrosão ou irritação. A maioria das mulheres não sabem, mas, todo batom, perfume e maquiagem, foi devidamente testado num coelho.
Ao final dos testes, após passar por um longo período de sofrimento, o animal encontra-se cego, com convulsões, úlcera, até que o pesquisador decida pela sua morte pois já não serve mais para o trabalho.

Você acha certo isso?
Você concorda que os animais paguem com a vida para que a sua seja beneficiada?
Animais são simples objetos que estão aí para nos servir ou NÓS é que roubamos-lhes o direito à vida?

Veja: www.pea.org.br/crueldade/testes/tfotos.htm

Os Testes Mais Comuns

Teste de Irritação dos Olhos: É utilizado para medir a ação nociva dos ingredientes químicos encontrados em produtos de limpeza e em cosméticos. Os produtos são aplicados diretamente nos olhos dos animais conscientes. Os coelhos são os animais mais utilizados nos testes Draize, pois são baratos e fáceis de manusear. Seus olhos grandes facilitam a observação dos resultados. Para prevenir a que arranquem seus próprios olhos (auto-mutilação), os animais são imobilizados em suportes, de onde somente as suas cabeças se projetam. É comum que seus olhos sejam mantidos abertos permanentemente através de clips de metal que seguram suas pálpebras. Durante o período do teste, os animais sofrem de dor extrema, uma vez, que não são anestesiados. Embora 72 horas geralmente sejam suficientes para a obtenção de resultado, a prova pode durar até 18 dias. Muitas vezes, usam-se os dois olhos de um mesmo coelho para diminuir custos. As reações observadas incluem processos inflamatórios das pálpebras e íris, úlceras, hemorragias ou mesmo cegueira. No final do teste os animais são mortos para averiguar os efeitos internos das substâncias experimentadas. No entanto, os olhos de coelho são um modelo pobre para olhos humanos.

Teste Draize de Irritação Dermal: Consiste em imobilizar o animal enquanto substâncias são aplicadas em peles raspadas e feridas (fita adesiva é pressionada firmemente na pele do animal e arrancada violentamente; repete-se esse processo até que surjam camadas de carne viva). Substâncias aplicadas à pele tosada do animal. Observam-se sinais de enrijecimento cutâneo, úlceras, edema etc..

Testes de Toxidade Alcoólica e Tabaco: Animais são obrigados a inalar fumaça e se embriagar, para que depois serem dissecados, a fim de estudar os efeitos de suas substâncias no organismo. Mesmo sabendo que tais efeitos já são mais do que conhecidos.

Teste de Colisão: Os animais são lançados contra paredes de concreto. Babuínos, fêmeas grávidas e outros animais são arrebentados e mortos nesta prática.

Pesquisas Dentárias: Os animais são forçados a manter uma dieta nociva com açúcares durante três semanas ou têm bactérias introduzidas em suas bocas para estimular a decomposição dos dentes. Depois disso, são submetidos aos testes odontológicos. Muitas vezes, os animais têm suas gengivas descoladas e a arcada dentária removida. Os animais mais usados são macacos, cães e camundongos.

Dissecação: Animais são dissecados vivos nas universidades e outros centros de estudo.

Seja ético! Não compre produtos testados em animais.

Confira a lista de Empresas que NÃO Testam em Animais: www.pea.org.br/crueldade/testes/naotestam.htm

Confira a lista de Empresas que TESTAM em Animais: www.pea.org.br/crueldade/testes/testam.htm
(boicote essas empresas, diga NÃO à crueldade!)

Fontes:
holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/2006_04_01_archive.html
www.pea.org.br/crueldade/testes/index.htm

Imprima e divulgue essa crueldade:
www.pea.org.br/educativo/pdf/panfleto_teste.pdf

 

andreiadupski    8:14 — Arquivado em: Sem categoria


VOCÊ SABE O QUE É VIVISSECÇÃO

DEPOIMENTO EXCLUSIVO DE UM ALUNO DO TERCEIRO ANO DE MEDICINA DA UNISA (UNIVERSIDADE SANTO AMARO)

Por motivos óbvios, sua identidade não será revelada.

FP: no curso de medicina da UNISA vcs realizam vivissecção em qual ano e com qual frequência?
aluno: somente no terceiro ano, todas às sextas feiras

FP: quantos cães são utilizados nas aulas?
aluno: atualmente de 8 a 9 cães.

FP: Pq. atualmente?
aluno: até 2004 o número de animais era o dobro. De 16 a 17 cães por aula.

FP: qual o pior momento da aula?
aluno: o pior momento é quando eu vou buscar o cão no biotério. Já chorei várias vezes.

FP: como reagem os cães quando são buscados no biotério?
aluno: alguns ficam alegres com a nossa visita, abanam o rabo, acreditam em nós (esse é um dos momentos em que chorei), outros, parece que sabem o que vai acontecer e lutam pela sobrevivência. Reagem à nossa presença em sinal de defesa.

FP: como é o biotério?
aluno: um lugar muito parecido com um ccz. Tem o clima daquele lugar

FP: qual o nome dado a essas aulas e o tempo de duração?
aluno: técnica cirúrgica e bases da anestesiologia. Normalmente as aulas transcorrem das 9,30 às 13,30 horas.

FP: quais os tipos de cirugia que o animal é submetido?
aluno: retirada de apêndice intestinal, parte do rim, parte do estômago, fígado, indução de parada cardíaca…

FP: quantas pessoas manuseiam o animal?
aluno: 4 pessoas

FP: alunos?
aluno: sim, 4 alunos supervisionados pelos professores.

FP: No final da aula, qual o destino dado ao animal?
aluno: ele é eutanasiado.

FP: alguma vez você presenciou um cão acordando da anestesia e com o corpo ainda aberto?
aluno: não, isso nunca acontece.

FP: alguma vez você ouviu algum professor comentar sobre métodos alternativos?
aluno: sim, uma única vez no início do curso.

FP: ele disse porque razão para não usa os métodos alternativos?
aluno: disse, comentou que na Europa já se utilizavam modelos biológicos mas que no Brasil ficava inviável por causa dos altos custos.

FP: quantos alunos tem no seu curso de medicina e quanto você paga por mês?
aluno: o curso tem 480 alunos e eu pago R$ 2.300,00 por mês.

FP: 480 X R$ 2.300 é igual a R$ 1.104.000,00 por mês, você não acha que a faculdade ganha muito dinheiro para se negar a investir em métodos alternativos?
aluno: com certeza.

FP: você sabe que em S.Paulo tem uma lei que proíbe o CCZ de enviar animais para as instituições de ensino?
aluno: Sim, já ouvi dizer

FP: você sabe então, de onde vem os cães da UNISA?
aluno: já ouvi dizer que vem de Araraquara e do CCZ de Diadema, foi até um aluno por intermédio do pai dele que conseguiu isso para a faculdade.

FP: qual a raça e idade dos cães utilizados nas aulas?
aluno: viralatas, a idade varia. Tem desde filhotes até cães idosos. Uma vez durante a aula em que uma cadela estava sendo operada, notei que ela estava grávida. Dava prá sentir os filhotes no útero.

FP: alguma vez, você presenciou algum colega seu que não quizesse participar da aula e foi coagido?
aluno: não, nunca, mas já houve casos do professor dizer que você não pode faltar e se faltar a turma toda seria penalizada.

FP: então, isso não é uma forma de coação?
aluno: com certeza.

FP: você acha realmente fundamental esse tipo de aula para o seu aprendizado?
aluno: a única coisa que realmente importa, é você aprender a lidar com intercorrências do tipo parada cardiorespiratória. O resto é desnecessário.

FP: você pretende se especializar em que?
aluno: cirurgião

FP: como você acha que vai se sentir quando tiver que operar um humano pela primeira vez?
aluno: nervoso, despreparado, completamente inseguro.

FP: isso significa dizer que as aulas de técnicas cirurgicas onde se utilizam animais de nada adiantam?
aluno: praticamente sim

FP: você tem cães de estimação na sua casa?
aluno: sim, tenho 3

FP: e como você reagiria se entrasse na aula de técnica cirurgica e encontrasse um deles sobre a mesa?
aluno: não dá nem prá imaginar

FP: para encerrar a entrevista, gostaria que você definisse a vivissecção
aluno: uma coisa muito cruel, estamos profanando o direito de viver de outros seres em nosso benefício próprio.Imaginem 8 cães eutanasiados todas às sextas feiras durante sete meses. Isso significa dizer: 224 cães por ano. Num único curso e numa única universidade.Um curso com 480 alunos que pagam em média R$ 2.300,00 e a faculdade acha caro os custos para se investir nos métodos alternativos.

Fonte: http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/2006_04_01_archive.html

andreiadupski    7:41 — Arquivado em: Sem categoria


27.12.07

Festas e Restos

Não sou alguém de muito espalhafato,
E é nos dezembros que mais quieta eu fico:
Minhas tristezas tocam o seu pico
E um longo sono é o fim de cada ato.

Minha alegria é o animal que abato
Junto aos demais - com abafado grito -
Dados à morte em nome do Bendito,
Ornamentando cada "fino" prato.

Quem aqueceu Jesus agora morre,
Ninguém percebe a lágrima que escorre
Dos inocentes olhos animais.

Quanta cegueira, Deus, há neste mundo!
Quando farás quebrar-se o prato imundo
De quem faz festa com restos mortais?

(Silvia Schmidt)

andreiadupski    9:55 — Arquivado em: Sem categoria


Não os coma!

Experimente tirar a carne do seu prato!
Você vai se surpreender com o vegetarianismo
Mais informações: www.vegetarianismo.com.br

Salve Vidas!

andreiadupski    9:45 — Arquivado em: Sem categoria


Paz e Violência

Não me fale de PAZ se a VIOLÊNCIA começa no seu prato

andreiadupski    9:41 — Arquivado em: Sem categoria


26.12.07

Carne x Produção em Massa

O que o consumo da carne tem a ver com as linhas de montagem de produção em massa?

Linhas de montagem é uma idéia que Henry Ford teve. As linhas de montagem permitiram a produção em massa de automóveis. Essas linhas de montagem logo foram copiadas para outras indústrias, tanto de bens como de serviços. A difusão desse conceito, por sua vez, permitiu a existência da sociedade de consumo em massa como a conhecemos hoje.

O que pouco se comenta é o fato de Henry Ford teve a idéia da linha de montagem ao visitar uma espécie de linha de "desmontagem". Explicando melhor: segundo consta em sua autobiografia "My Life and Work" (1922), Henry Ford teve essa idéia ao visitar um matadouro em Chicago.

As linhas de desmontagem dos matadouros e frigoríficos foram inventadas por Gustavus Swift e Philip Armour, de acordo com um livro da Universidade de Illinois, "Work and Community in the Jungle: Chicago’s Packinghouse Workers 1894-1922". Esses dois sim foram os verdadeiros pioneiros da produção em massa.

Nesses frigoríficos, os animais eram suspensos de cabeça para baixo por uma corrente que corria presa à uma calha, passando de um funcionário para o outro. Cada um executando uma tarefa específica no desmembramento da carcaça (atordoamento, corte da cabeça, sangramento, escaldamento, retirada do couro, corte dos membros, remoção das vísceras, lavagem, serragem, etc).

Aos olhos de Ford, esse procedimento era tão eficiente que ele reverteu o processo de desmontagem no sentido de que em vez de fragmentar um animal, ele criaria um produto com a linha de produção: uma carcaça de automóvel passaria de funcionário a funcionário, sendo uma ou mais peças integradas em cada etapa, até atingir o produto final.

O que talvez ele não tivesse idéia ou não deu muita importância, é que, ao mesmo tempo, nesse processo ele estaria desmontando o ser humano também.

Uma das coisas básicas que deve acontecer em um frigorífico (linha de desmontagem) é que o animal deve ser tratado como um objeto inerte e inconsciente, cujo valor ético e cujas necessidades são ignoradas. Da mesma forma, o empregado da linha de montagem é tratado como um objeto inconsciente, cujas necessidades emocionais e criativas são ignoradas.

A introdução da linha de montagem teve um efeito rápido e perturbador nas pessoas. A padronização do trabalho e a separação do produto final se tornou fundamental na experiência dos empregados. O resultado foi um aumento na alienação dos trabalhadores em relação ao produto que eles construíam. Essa espécie de automação isolou as pessoas do senso de realização através da fragmentação de suas tarefas.

Para as pessoas que trabalham em frigoríficos, essa aniquilação do ser é dupla: não apenas elas têm que se conformar em executar a mesma operação tediosamente horas e horas, como também terão que enxergar o animal como "carne", coisa que a sociedade já faz, mas com a diferença que esses funcionários estão lá vendo o animal vivo e por inteiro, pelo menos nos estágios iniciais do processo.

Esses funcionários têm toda a probabilidade de se alienarem de seus próprios corpos, à medida que precisam isolar a imagem da carne da imagem do corpo do animal vivo. Corpo esse que é parecido com o corpo humano em muitos aspectos. Isso pode ser um dos motivos pelos quais a rotatividade de emprego é grande entre os trabalhadores de frigoríficos.

Henry Ford desmembrou o significado do trabalho, introduzindo produtividade, mas tirando a sensação dos empregados de estarem sendo produtivos. Esses empregados, em vez de estarem sendo considerados como seres humanos integrais, são considerados por tarefa, função e especialidade.

E tudo o que se deseja dos funcionários em uma empresa é o lucro que se possa obter deles, assim como tudo que se deseja de um animal no matadouro é o lucro que se possa obter de sua carne. O que os funcionários pensam, sentem ou sofrem não é levado em conta, da mesma forma que o que os animais sentem e sofrem também não é considerado.

E a metáfora acaba ficando evidente quando as pessoas usam certas expressões para comunicar o cotidiano das relações entre empresa e empregados. O "corte de cabeças" é usado para designar a eliminação de postos de trabalho. A expressão "tirar o meu couro" é usada para explicar o trabalho desgastante. Outros preferem dizer "tirar o meu sangue". Muitas pessoas reclamam: "o chefe está no meu pescoço". Recrutadores são chamados de "headhunters". As baias ou cubículos dos escritórios imitam as cocheiras das fazendas-fábricas de criação intensiva, onde os seres são privados de contato entre si e com o mundo exterior. Até mesmo um jornal do sindicato dos bancários se chama "O Massacre".

Upton Sinclair já havia percebido esses paralelos no início do século ao escrever "The Jungle" (A Selva), usando o matadouro para descrever o destino dos trabalhadores. Bertold Brecht também empregou a imagem do abate dos animais para caracterizar a desumanidade nas grandes empresas em sua peça "Saint Joan of the Stockyards" (Santa Joana dos Currais).

Assim, o ciclo se fecha e o matadouro se torna um símbolo da de-humanização dos trabalhadores. E essa de-humanização, por sua vez, é conseqüência de um sistema derivado de matadouros.

E no fundo disso tudo, está o vício pelo qual um ser humano encara todas as coisas - natureza, seres sensíveis como os animais e seres criativos e inteligentes como os humanos - como meros objetos para o seu abuso egocêntrico. [Baseado em "The Sexual Politics of Meat" de Carol J. Adams]

Fonte: www.vegetarianismo.com.br

andreiadupski    13:51 — Arquivado em: Sem categoria


Animais são amigos, não comida

"Porquinhos, vaquinhas, peixinhos, patinhos, galinhas… São amigos, não comida! Os que você vê em lindas bandejinhas de supermercados não nasceram daquele jeito, por trás disso tem muito sofrimento, o que poucos tem a sensibilidade de enxergar! Ou tem um pensamento ridículo e ignorante de que animais estão ai para nos servir de escravos, expostos a maus tratos, humilhações e assassinatos desnecessariamente e ainda pior dolorosamente" (anônimo)

andreiadupski    10:05 — Arquivado em: Sem categoria


Cuidados com o seu animal

FOGOS DE ARTIFÍCIO

Comemorações com fogos de artifício são traumáticas para os animais, cuja audição é mais acurada que a humana. Muitos da fauna silvestre morrem e sofrem alterações do seu ciclo reprodutor. Os cães latem em desespero e enforcam-se nas correntes. Eles e os gatos escondem-se em locais minúsculos, fogem para nunca mais serem encontrados, provocam acidentes nas vias públicas e são vítimas de atropelamento. Há animais que, pelo trauma, mudam de temperamento e chegam até ao suicídio.
Adotando alguns procedimentos simples, pode-se diminuir o sofrimento deles:
• procure um veterinário para sedar os animais, no caso de cães muito agitados;
• evite acorrentá-los, pois poderão enforcar-se
• acomode-os em um cômodo dentro da casa onde possa mantê-los em segurança, fechando as portas e janelas, bem como proporcionando iluminação suave
• evite deixar muitos cães juntos pois, excitados pelo barulho, brigam até à morte
• dê alimentos leves, pois distúrbios estomacais provocados pelo pânico levam à morte
• identifique seus animais com placas na coleira, para o caso de fuga;
• tente colocar tampões de algodão nos ouvidos deles
• estenda cobertores nas janelas e no chão, para abafar o som. Cubra-os com um edredon;
• deixe o guarda-roupas aberto, mas prepare-se porque eles poderão urinar, por medo
• coloque-os próximos a rádios ou TV ligados e vá aumentando o volume, antes dos fogos;
• cubra as gaiolas dos pássaros
• Florais de Bach (gotinhas de amor)
Martha Follain - mfollain@terra.com.br
Deolinda Eleutério - gato.verde@terra.com.br

Fonte:www.apascs.org.br ___________________________________________________________________________________________________
Fundada em setembro de 2000 - CNPJ 04.141.954/0001-75- OSCIP - MJ 08071.000319/2006-15
Fone (11) 4229-9004 (caixa postal) - apascs@apascs.org.br - www.apascs.org.br

andreiadupski    9:36 — Arquivado em: categoria


21.12.07

Quanta incoerência

by Fábio Paiva

Quanta incoerência!
Comemorar uma data de celebração da vida com a morte na mesa.

Bilhões de animais estão sendo bárbaramente assassinados para satisfazer o insaciável paladar humano. Tudo é motivo para que um animal seja abatido, moído, fatiado, empacotado e servido.

Festa Cristã? Santa ceia? Noite Feliz?

Tudo é festa, tudo é comemoração, e mais uma vez, o desprezo à vida. Mais uma vez, os animais irão se reunir na mesma mesa. Os vivos em volta e os mortos no centro.

Mais de 2000 anos se passaram e ainda não aprendemos nada. Esse é o verdadeiro Holocausto Animal .

Viva a “bestialidade humana”.
Feliz Natal
para quem puder

Antes - Os animais sentem dor e medo assim como você

Depois - infelizmente para realizar um prazer do ser humano de comer cadáver

andreiadupski    8:28 — Arquivado em: Sem categoria


19.12.07

O que é Carne

A faca desce macia, cortando sem esforço o pedaço de picanha. Dourada e crocante nas bordas, tenra e úmida no centro. Você põe a carne na boca e mastiga devagar, sentindo o tempero, a maciez, a temperatura. O sumo que escorre dela enche a boca e, com ele, o sabor incomparável. Carne é bom.

Mas que tal assistir a mesma cena sob outra perspectiva? No prato jaz um pedaço de músculo, amputado da região pélvica de um animal bem maior que você. Com a faca, você serra os feixes musculares. A seguir, coloca o tecido morto na boca e começa a dilacerá-lo com os dentes. As fibras musculares, células compridas de até 4 centímetros e resistentes, são picadas em pedaços. Na sua boca, a água (que ocupa até 75% da célula) se espalha, carregando organelas celulares e todas as vitaminas, os minerais e a abundante gordura que tornavam o músculo capaz de realizar suas funções, inclusive a de se contrair. Sim, meu caro, por mais que você odeie pensar que a comida no seu prato tenha sido um animal um dia, você está comendo um cadáver.

Carne e tecido animal, em geral muscular. As fibras que a compõe são feixes de células musculares, enroladas umas nas outras. Em volta delas há uma cobertura de gordura, cuja função é lubrificar o músculo e permitir que ele relaxe e se contraia suavemente. Ou seja, não há carne sem gordura.

A diferença entre carne branca e vermelha é a quantidade de ferro no tecido o mesmo mineral que da cor ao sangue. As células de animais grandes, como o boi, são ricas de uma molécula chamada mioglobina, que contém ferro. Peixes e galinhas, por terem o corpo menor, não precisam de reservas tão grandes de nutrientes nas células e, por isso, tem menos mioglobina. Animais mais velhos tem carne mais vermelha isso explica a brancura do frango industrializado, abatido antes dos dois meses, se comparado a galinha caipira. Essa última tem mais tempo para acumular mioglobina nas células.

Fonte: http://mahaprem.sites.uol.com.br/Vegetarianismo.html

andreiadupski    7:49 — Arquivado em: Sem categoria
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