27.2.08

O que os gatos fazem por nós

Esquentam nosso colo e nos dão alguém para falar.
Ajudam a baixar a pressão.
Criam um elo entre você e as outras pessoas que têm gatos.
Transformam objetos comuns em brinquedos.
Nos faz mais atentas aos pássaros.
Funcionam como alarme.
Exibem acrobacias para você.
Contribuem para tornar sua vida mais longa.
Enfeitam o peitoril da janela.
Nos fazem sorrir.
Inspira os poetas e escritores.
Nos ensina a ter os pés no chão.
Nos faz deixar nossos desejos em segundo plano em prol de alguém.
Aquecem nossas casas e nossos corações.
Nos lembram de como a vida é misteriosa.
Compartilham conosco o seu ronronar.
Nos instruem na arte de se espreguiçar.
Mostram-nos como levantar a poeira e dar a volta por cima.
Fazem com que até nosso sofá velho pareça bonito.
Abrem nossos corações.

Autoria Desconhecida
texto retirado do site:
www.tribunaanimal.com/textos_sobre_gatos.htm


andreiadupski    17:58 — Arquivado em: Sem categoria


DESFILE BIZARRO

Peles de animais marcaram os looks desfilados por Jean Paul Gaultier em Paris

Marcas ícones da moda mundial, Jean Paul Gaultier, Comme des Garçons e Balenciaga desfilaram nesta terça (26), revelando suas propostas tão diferentes quanto em alguns casos curiosas para o Inverno 2008-09.

Gaultier apostou no exotismo do estilo étnico com peles de animais em casacos e botas, estampado de zebra e cabeças de raposa usadas como chapéu pelas modelos. Já a Comme des Garçons, conceitual grife japonesa, abriu o desfile ao som da popular e encrenqueira cantora Amy Winehouse, com o hit "Rehab". As modelos desfilavam com a cabeça coberta os looks que, como é característico da grife, brincavam com o universo feminino e masculino da roupa, com ênfase na alfaiataria. Já a Balenciaga, que inaugurou a manhã com o desfile exclusivíssimo para cerca de cem pessoas parece ter deixado o colorido das estampas florais da temporada passada para investir no preto e nos brilhos, arrematados pelas jóias. As formas arredondadas, durinhas, em vestidos curtos também aparecem no inverno, vindas do verão.

Desfilaram ainda nesta terça a dupla holandesa Viktor & Rolf, Issey Miyake, Junya Watanabe, Marithé & François Girbaud, Tsumori Chisato, Lutz, Ann Demeulemeester, Véronique Branquinho e Loewe, que fechou a noite.

fonte: http://estilo.uol.com.br/moda/paris/ultnot/2008/02/26/ult5743u31.jhtm

mais fotos do bizarro desfile:
http://estilo.uol.com.br/moda/album/jeanpaulgaultieri0809_album.jhtm

andreiadupski    12:48 — Arquivado em: Sem categoria


25.2.08

Uma pergunta muito freqüente: e as plantas?

“E as plantas?” é uma das perguntas mais freqüentes que se fazem a um vegano. Na verdade, não conheço nenhum vegano que não a tenha ouvido pelo menos uma única vez e a maioria de nós já ouviu esta pergunta várias vezes.

É evidente que quem costuma fazer esta pergunta sabe muito bem que existe uma diferença entre, digamos, uma galinha e um pé de alface. Ou seja, se no próximo jantar você cortar um pé de alface na frente dos seus convidados, eles reagirão de um modo totalmente diferente se você, ao invés disso, fatiar uma galinha viva na frente deles. Se, ao caminhar em seu jardim, eu pisar de propósito em uma flor, você terá toda razão em se zangar comigo, mas se eu chutar o seu cachorro de propósito, você ficará zangado comigo de uma maneira bem diferente. Ninguém considera estas duas ações equivalentes. Sabemos muito bem que existe uma grande diferença entre uma planta e um cachorro, o que faz com que chutar este último seja moralmente muito mais repreensível do que pisar em uma flor.

A diferença entre um animal e uma planta diz respeito à senciência. Ou seja, os animais não humanos, ou pelo menos aqueles que exploramos rotineiramente, sem dúvida são conscientes de sua percepção sensorial. Criaturas sencientes possuem mentes, logo têm preferências, desejos ou vontades. Isso não significa que as mentes dos animais não humanos sejam parecidas com as nossas. Por exemplo, a mente dos humanos, que fazem uso da linguagem simbólica para interagir com o seu mundo, pode ser bem diferente da mente dos morcegos, que se valem da ecolocalização para interagir com o seu mundo. É difícil saber com precisão. Mas também é irrelevante, pois tanto os humanos quanto os morcegos são sencientes. Ambos são criaturas que possuem interesses, no sentido em que ambos têm preferências, desejos ou vontades. Um humano e um morcego podem pensar de um modo diferente sobre esses interesses, mas não pode haver a menor dúvida de que ambos possuem interesses, inclusive o interesse de evitar a dor e o sofrimento e o interesse de permanecerem vivos.

Já as plantas são qualitativamente diferentes dos humanos e dos outros animais sencientes. Sem dúvida as plantas são seres vivos, mas não são sencientes, pois não possuem interesses. Uma planta não pode ter desejos, vontades ou preferências porque ela não possui uma mente para que possa se ocupar com estas atividades cognitivas. Quando dizemos que uma planta “precisa” ou “necessita” de um pouco de água, não estamos nos referindo ao seu status mental do mesmo modo que não estamos nos referindo à mente de um carro quando dizemos que o seu motor “precisa” ou “necessita” de um pouco de óleo. Trocar o óleo do meu carro pode ser do meu interesse, mas nunca do interesse do carro, pois este não tem interesses.

Uma planta pode reagir à luz do sol e a outros estímulos, mas isso não significa que ela seja senciente. Se eu descarregar uma corrente elétrica em um fio amarrado a um sino, o sino tocará. Mas isso não significa que o sino seja senciente. As plantas não possuem sistemas nervosos, receptores de benzodiazepina ou quaisquer características que estejam relacionadas à senciência. E tudo isso faz sentido do ponto de vista científico. Por que elas teriam a necessidade evolucionária de desenvolver a senciência se elas não podem fazer nada para reagir a um ato danoso? Se você atear fogo a uma planta, ela não poderá sair correndo, ela permanecerá no mesmo lugar até queimar. Agora se você atear fogo a um cachorro, ele reagirá exatamente da mesma forma como você reagiria: ele urrará de dor e tentará se livrar das chamas. A senciência é uma característica que evoluiu em algumas criaturas para que elas pudessem ser capazes de sobreviver ao fugir de um estímulo nocivo. A senciência não teria nenhuma serventia para uma planta, pois elas não podem “fugir”.

Não estou querendo dizer com isso que não existe nenhuma obrigação moral de nossa parte referente às plantas, mas sim que não temos nenhuma obrigação moral para com as plantas. Ou seja, podemos ter a obrigação moral de não cortar uma árvore, mas esta é uma obrigação que não temos para com a árvore. Uma árvore não é o tipo de entidade com a qual nós podemos ter obrigações morais. Podemos ter obrigações morais para com todas as criaturas sencientes que vivem em uma árvore ou dependem dela para a sua sobrevivência. Podemos ter obrigações morais para com os outros seres humanos e para com os outros animais não humanos que habitam o planeta no que se refere à não destruição de árvores a torto e a direito.
Mas não podemos ter nenhuma obrigação moral para com uma árvore, pois só podemos ter obrigações morais para com criaturas sencientes e uma árvore não é nem senciente nem possui interesses, pois ela não tem preferências, vontades nem desejos. Uma árvore não é o tipo de entidade que se preocupa com o que fazemos com ela. Uma árvore é um “objeto”. Já o esquilo e os pássaros que vivem nela sem dúvida têm o interesse de que nós não a derrubemos, mas a árvore não. Pode ser moralmente repreensível derrubar uma árvore por capricho, mas este tipo de ação é qualitativamente diferente do ato de atirar em um cervo.

Quando se fala em “direitos” para as árvores, como querem alguns, procura-se igualar as árvores aos animais não humanos e este tipo de comparação só pode se dar em detrimento destes últimos. De fato, é comum ouvir ambientalistas falar sobre a nossa responsabilidade na preservação de nossos recursos naturais, considerando inclusive os animais não humanos como um “recurso” a ser preservado. E isso é um grande problema para aqueles como nós que não consideram os animais não humanos como “recursos” destinados ao nosso uso. Árvores e outras plantas são recursos que podemos utilizar. Temos a obrigação de usar estes recursos com sabedoria, mas esta é uma obrigação que nós temos apenas para com as outras pessoas, sejam elas humanas ou não humanas.

Para finalizar, existe uma variação da pergunta sobre as plantas: “e os insetos, eles são sencientes?” Até onde eu posso saber, ninguém ainda sabe com certeza. Mas certamente eu concedo aos insetos o benefício da dúvida. Eu não mato insetos em minha casa e procuro sempre evitar pisar em um deles quando caminho. No caso dos insetos, pode ser difícil traçar o limite, mas isso não significa que este limite não possa ser traçado com precisão na maioria dos casos. Matamos e comemos pelo menos dez bilhões de animais terrestres todos os anos apenas nos Estados Unidos. Esta cifra não inclui todos os animais marinhos que matamos e comemos. Talvez possa haver alguma dúvida se animais como mariscos ou mexilhões sejam mesmo sencientes, mas sem dúvida todas as vacas, porcos, galinhas, perus, peixes, etc. são sencientes. Os animais não humanos dos quais tiramos o leite e os ovos sem dúvida são sencientes.

O fato de não sabermos ao certo se os insetos são sencientes não significa que devemos ter qualquer dúvida sobre o fato de que todos estes outros animais não humanos são sencientes, pois estamos absolutamente certos quanto a isso. E, ao dizer que o fato de que não estamos certos se os insetos são sencientes nos impede de avaliar a moralidade de se comer carne ou de usar produtos oriundos de animais não-humanos que sabemos sem sombra de dúvida serem sencientes ou de avaliar a moralidade de trazer estes animais não humanos à existência com o objetivo de usá-los como nossos “recursos” evidentemente é um absurdo.

Gary L. Francione
© 2006 Gary L. Francione

Texto do Blog de Gary L. Francione
Tradução: Cláudio Godoy

fonte: www.guiavegano.com.br

andreiadupski    12:59 — Arquivado em: Sem categoria


20.2.08

ALIMENTOS E SUA COMPOSIÇÃO

Alfa-amilase
Enzima bastante utilizada para melhorar o desempenho tecnológico na indústria de panificação, é obtida a partir de cereais, bactérias, fungos e, infelizmente, do pâncreas de porcos.

Albúmen, Albumina (Albumen. Albumin.)
De ovos, leite, músculos, sangue e vários tecidos e fluídos vegetais. Usada em bolos, biscoitos, doces etc. Claras de ovos podem ser utilizados para clarear vinhos.

Ácido Esteárico (Stearic Acid.)
Gordura (gordura ou sebo ou banha / animal) de vacas e ovelhas, e cães e gatos sacrificados. Na maioria das vezes se refere a uma substância gordurosa tirada do estômago de porcos. Pode provocar irritações. Usado em gomas de mascar, balas… e aromatizantes. Possui diversos derivados, como os estearatos. Alternativas: o ácido esteárico pode ser encontrado em várias gorduras vegetais, como a noz de côco. O estearato também é usado no vinil (como em bancos de carro) e outros plásticos.

Ácido Láctico (Lactic Acid.)
Encontrado no sangue e no tecido muscular. Também em soro de leite, cerveja, conservas, e outros alimentos produzidos através da fermentação. Usado como conservante. Alternativas: fontes vegetais, sintético.

Almíscar, Almiscareiro (óleo de) (Musk (Oil).)
Secreção seca obtida dolorosamente dos órgãos genitais do cervo almiscareiro, castor, rato silvestre e outros. Gatos selvagens são capturados e mantido em gaiolas em condições horríveis e são chicoteados ao redor dos genitais para produzir o odor. Castores são pegos em armadilhas, cervos são caçados com tiros. Usado como aromatizante. Alternativas: plantas com odor almiscarado.

Carmim, Cochonilha e Ácido Carmínico (Carmine. Cochineal. Carminic Acid.) Pigmento vermelho obtido através da compressão da fêmea do inseto cochonilha. De acordo com o reportado, 70.000 insetos precisam ser mortos para produzir cerca de 450 gramas deste corante vermelho. Usado em biscoitos sabor morango, sorvetes de frutas vermelhas, balas vermelhas etc. Pode causar reação alérgica. Alternativas: suco de beterraba (não possui qualquer toxidade) ou simplesmente: nada. Um corante não acrescenta benefício algum aos alimentos.
Obs: Carmim = Lesmas, Cochonilla = insetos (fêmeas)

Corantes Novo
Existem três corantes naturais que são largamente utilizados na indústria alimentícia, que são: urucum e o carmim de cochonilha, e ainda o de cúrcuma (origem vegetal), entre alguns outros menos conhecidos e empregados, como o açafrão, os carotenóides, as antocianinas, a clorofila e a hemoglobina (extraída de sangue bovino ou suíno, separada do soro, e utilizada em cereais, molhos, refrigerantes, xaropes…etc…ressaltamos que sempre cabe pesquisar sobre os ingredientes utilizados para a confecção de produtos industrializados, pois só assim você estará seguro da pureza do alimento).
O bordeaux S é um corante orgânico sintético, ou seja, não natural, obtido a partir da tinta do alcatrão do carvão. O vermelho 40 é sintetizado quimicamente, portanto, nada de cochonilha nesses casos.

"Fontes Naturais" ("Natural Sources.")
Pode significar fontes animais ou vegetais. Frequentemente em alimentos naturais isso significa fontes animais, como elastina, gordura, proteína e óleo animais. Alternativas: fontes vegetais.

Gelatina, Gel (Gelatin. Gel.)
Proteína obtida de pele, tendões, ligamentos e/ou ossos fervidos com água. De vacas e porcos. Usado como espessante em gelatinas de frutas e pudins. Em doces, marshmallows, bolos e sorvetes. Pode ser utilizada para ajudar no clareamento de vinhos. Alternativas: carragena, álgas (algina, agar-agar, kelp), peticina de frutas, dextrina, goma de algodão, gel de sílica. Os marshmallows originalmente eras feitos da raiz da planta altéia (marshmallow plant).

Geléia Real , Mel, Pólem, Própolis
"Ao contrário do que muitos pensam, a produção de mel também é responsável pela crueldade com animais. Muitos criadores matam as abelhas no inverno para não ter que gastar para protegê-las do frio. Além disso, para inseminar artificialmente as abelhas rainhas, é "tirado" esperma do zangão com o método cruel de esmagar suas cabeças. A decapitação gera um impulso elétrico tão forte que o animal ejacula." - Cozinhando Sem rueldade, pág. 214.

Glicerina, Glicerol
Substância líquida, incolor e xaroposa, que é o princípio doce dos óleos e a base dos corpos gordos conhecidos. Geralmente é produzida a partir da gordura animal. Alternativas: glicerina vegetal e sintética.

Lactose.
Açúcar do leite dos mamíferos. Alternativas: açúcar do leite de plantas.
Pode ser de origem animal ou conter algo animal:
* PIX ( Propinato de cálcio)
* Albumina
* Mono, Di e Triglicerídios
* Capsulas Gelatinosas

Fonte: www.guiavegano.com

andreiadupski    8:50 — Arquivado em: Sem categoria


15.2.08

O que é Coalho?

Coalho é uma enzima que serve para coagular o leite para fazer queijo. O coalho é retirado do quarto estômago dos mamíferos ruminantes (bezerro, carneiro, e cabrito) e também do estômago de porco. A enzima retirada do estômago dos mamíferos chama-se renina e do estômago do porco, pepsina.

Há três origens possíveis desse coalho:

a) Animal: o mais tradicional e que vegetarianos devem manter fora de sua dieta - a enzima quimosina é retirada do estômago de bezerros recém nascidos. Infelizmente, essa prática está atrelada à indústria da Vitela, carne das mais combatidas não só entre os vegetarianos mas também pela comunidade ambientalista em geral. Bovinos adultos ou porcos também podem ser utilizados no processo. Muitas empresas utilizam (informações confirmadas via SAC): Teixeira, Tirolez, Crioulo, Vigor, Latco/Crioulo e Keijobon*. A Polenghi, como trabalha com matéria prima de outras fábricas para os queijos fundidos, não garante a origem em todos os produtos, mas em alguns (listados abaixo) não se usa coalho ou o coalho é genético. Muitas marcas que trabalham com exportação utilizam esse tipo pois existe um padrão internacional que somente queijos ditos finos com ingredientes "naturais" - mesmo esse lotado de crueldade - poderiam atingir.

b) Genético/Microbiano: adequado para a dieta vegetariana, pesquisas de manipulação genética introduziram o DNA para produção de quimosina em alguns microorganismos (Kluyveromyces lactis, Aspergillus niger var awamori e uma variante da bactéria Escherichia coli). Há também outras substâncias coagulantes, diferentes da quimosina, obtidas do fungo Mucor miehei e da bactéria Bacillus subtilis ou Bacillus prodigiosum. Até existem pesquisas no Brasil indicando que esse é o tipo de coalho mais utilizado por seu fácil controle laboratorial (mas não o único) mas, até o momento, somente consegui confirmar as seguintes marcas:
Yema* (queijos parmesão e provolone, mesmo dessas marcas, não são adequados para vegetarianos pois levam como coadjuvantes a pepsina bovina e a lipase de carneiro; todos os demais podem ser consumidos). Polenghi, em 27/01/2006 e em 23/07/06 confirmou em atendimento via SAC* que os seguintes queijos ou não levam coalho ou utilizam o de origem microbiana: Reino, Frescatino, Camembert, Brie, Cream Chesse, Allouete (todos), Gorgonzola (Skandia, Campo Limpo, Polenghi Selection ou Crem A’zur). Os queijos produzidos pela Batávia (Batavo), assim como Blakis (exceto o Minas Frescal)* também utilizam coagulante de origem microbiana.

c) Vegetal: raro em processos industriais tem origem em plantas como as folhas de figo, o melão, alguns tipos de semente e até mesmo limão, entre outras. A única marca que conheço é o importado Português Queijo da Serra da Estrela (queijo de leite de ovelha, coalhado pela flor da Cinara cardunculus L., conhecida como cardo)

Muitos vegetarianos evitam qualquer queijo feito a partir da coalhada de origem animal. Os queijos vegetarianos mais facilmente encontrados são produzidos utilizando a coalhada produzida pela fermentação do fungo Mucor miehei.

Os veganos que não consomem produtos lácteos, não comem qualquer tipo de queijo real, porém, os substituem por queijos à base de alguns vegetais (geralmente da soja – o Tofu).

Fonte: roctaviani.multiply.com

andreiadupski    8:04 — Arquivado em: Sem categoria


13.2.08

VOCÊ JÁ COMEU INSETOS?

Praticamente nós todos já comemos insetos pelo menos uma vez na vida. E provavelmente a maioria de nós continuamos a comer insetos até hoje.

- Mas como? Que estória é essa?

Você come biscoito? Toma iogurte e sorvete? Toma leite sabor morango? Então já comeu inseto!

- O que uma coisa tem a ver com a outra?

Biscoitos e sorvetes costumam conter corantes. Esses corantes, se você procurar no rótulo das embalagens, vai encontrar com os nomes de "Vermelho 4", "Vermelho 3", "Carmim", "Cochineal", "Corante natural carmim de Cochonilha", "Corante C.I", "Corante ou Colorizante E120" e todos esses são sinônimos de Corante de Cochonilha

- E o que é esse Corante de Cochonilha?

O Corante de Cochonilha é um material vermelho vivo feito dos corpos secos e esmagados de um inseto originário do México, a Cochonilha ou Dactylopius coccus. A Cochonilha é uma praga que dá em plantas e tem preferência pelo cacto Opuntia coccinellifera e formam uma espécie de farinha nas folhas contaminadas. São besouros diminutos (2 a 5 milímetros de comprimento) que formam colônias nas folhas (parecendo farinha), raízes e frutos das plantas, sugando a seiva, inoculando toxinas e provocando manchas, definhamento e morte da planta.

- Ah! Isso é lá no México!

A Cochonilha hoje é criada em todo o mundo, inclusive no Brasil, para a produção de corantes. Bilhões desses insetos são criados e esmagados para fazer corante vermelho para colocar em sobremesas, bebidas, roupas, chás, etc … Setenta mil insetos são esmagados e fervidos para fazer meio quilo de corante aproximadamente. E ao mesmo tempo as cochonilhas são combatidas nas plantações comerciais pois são pragas, especialmente das frutas cítricas. O Grupo de Apoio às Crianças Hiperativas (Hyperactive Children’s Support Group) recomenda eliminar os produtos que contêm esse corante da dieta das crianças com esse problema. O uso de cochonilha vem desde o descobrimento das Américas (era usada pelos Astecas) e aumentou recentemente depois que se descobriu que os corantes artificiais mais baratos causavam câncer. Agora estão experimentando besouro esmagado nos consumidores- cobaias porque o besouro é "natural" …

- ARGH !!! Eu não quero comer CORPOS DE INSETOS ESMAGADOS! Isso é NOJENTO !!!

Então aprenda a ler os rótulos do que você come e diga adeus aos produtos das marcas Aymoré, São Luiz, Piraquê (biscoitos), Parmalat, Vigor (iogurtes), e ainda muitos outros. Procure os produtos coloridos com extratos de beterraba e páprica.

E mais importante: SAIBA O QUE VOCÊ COME! Procure saber que EDULCORANTES, EMULSIFICANTES, FLAVORIZANTES e outros códigos são esses nos alimentos que você come.

E uma coisa é bem óbvia: empresa nenhuma vai lhe dizer explicitamente o que ela põe nos seus produtos se houver a menor possibilidade de que isso faça você rejeitar o produto. Experimente escrever para estas empresas e veja se eles vão mesmo lhe dizer, sem enrolação, que estão colorindo seus alimentos com besouros esmagados.

Colorizante E120 é uma pinóia ! Isso é BESOURO mesmo, INSETO!

 

 

 

Fonte: http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=1147&Itemid=118

andreiadupski    7:40 — Arquivado em: Sem categoria


12.2.08

13/12 - China é alvo de Protesto Mundial

No próximo dia 13, ativistas de diversos países pretendem chamar atenção do mundo para as barbáries cometidas pela indústria de pele chinesa.
Enquanto a China não tomar sérias medidas para acabar com essa prática cruel e desnecessária, manifestações vão continuar ocorrendo em todas as nações para que se compadeçam e se juntem àqueles que já fazem boicote aos produtos chineses

O boicote se estende às Olimpíadas 2008, que ocorrem entre 8 e 24 de agosto. A China é a maior produtora e exportadora de peles (51% da produção mundial), impondo as mais extremistas formas de crueldade aos animais. Investigações comprovam os métodos cruéis de criação, transporte, confinamento e abate dos animais. Não somente dos tradicionais fornecedores de pele, como raposa, coelho e guaxinim, mas também de cães e gatos – que têm suas peles arrancadas e comercializadas de maneira fraudulenta, se passando por outros animais”.

Anualmente, mais de dois milhões de cães e gatos são mortos na China para retirada de suas peles. Ao todo, cerca de 40 milhões de animais são mortos para que suas peles sejam utilizadas em itens de moda e decoração.

International Anti-Fur Coalition
Pelo fim do Holocausto Animal www.holocaustoanimal.org

PROTESTO MUNDIAL CONTRA A INDÚSTRIA DE PELES DA CHINA
Local: Consulado da China
Endereço: Rua Estados Unidos, 1071 São Paulo -SP
Data: 13 de fevereiro, às 10h

Orientações importantes:

1. O grupo fornecerá faixas, banners e panfletos (quem quiser levar seu próprio material relativo ao protesto será bem vindo).
Quem preferir utilizar material do site Holocausto é só baixar no link "Downloads"ou "Agenda".
2. Solicitamos que os participantes estejam vestidos com roupa preta preferencialmente.
3. Aos voluntários pedimos o comparecimento com meia hora de antecedência no local.
4. Aos ativistas residentes em outras cidades e estados, solicitamos ajuda na divulgação do evento.
5. O consulado está situado na Rua Estados Unidos próximo do cruzamento com a Alameda Casa Blanca paralela com a Av. Nove de Julho). Na região não há metrô. Quem utilizar o metrô deve descer na estação Trianon da Paulista e caminhar até o local descendo a Av. Nove de julho.

Saudações

Fábio Paiva
Ativista em defesa dos Direitos Animais

http://www.holocaustoanimal.org/
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/
http://animalpress.blogspot.com/
junte-se ao boicote contra a China
http://www.thepetitionsite.com/takeaction/395884823

 

andreiadupski    7:21 — Arquivado em: Sem categoria


7.2.08

ORIGEM ANIMAL

O Leite

As vacas são obrigadas e consumirem hormônios todos os dias, a fim de produzirem mais leite e vivem confinadas em pequenas espaços, apenas vivendo para produzir mais e enriquecer os capitalistas industriais. Sofrem a separação dos filhos e podem sofrer ainda mais ao ver ou ouvir a morte dos mesmos. Sofrem com problemas nas tetas e quando envelhecem vão para o matadouros para a terrível hora do abate. Não seja conivente com esta exploração e matança. Um animal não pode ser tratado como uma máquina de consumo. Boicote Leite e seus derivados.

Queijos

A maioria das pessoas, ao iniciar uma alimentação lacto-vegetariana, aumenta seu consumo de laticínios e derivados.

É surpreendente ficar sabendo quantos vegetarianos não se dão conta de que o coalho utilizado para fermentar o queijo é obtido do estômago de um bezerro recém-abatido. Esses queijos não são lacto-vegetarianos e seu consumo continua promovendo a matança dos vitelos. Quase a totalidade dos queijos produzidos no Brasil tem em sua composição o coalho animal, substância retirada do estômago de bezerros e bovinos adultos após seu abate. No Brasil, não encontra no comércio queijo (de leite) que não seja proveniente de coalho animal. Você pode encontrar em lojas especializadas queijos feitos de soja (de sabor diferente do Tofu) e o Catupiry de Soja (Catupisoy) delicioso para pizzas. Comer dos queijos tradicionais é patrocinar a tortura e a matança animal. Pense nisso!

Ovos

As galinhas ficam amontoadas e às vezes mal podem se mexer, em prisões do holocausto, forradas de fezes por todos os lados. São forçadas a consumirem ração com hormônios o dia todo para engordaram mais rapidamente visando os lucros no abate. Algumas não agüentam o próprio peso sobre as pernas e ficam deformadas, se arrastando sobre as fezes na prisão lotada. Enquanto isso, qualquer ovo botado, é confiscado para as prateleiras dos supermercados. Ao consumirmos ovos no dia a dia, estamos patrocinando toda esta tortura das aves nas prisões do holocausto, por isso também bocoitamos os ovos.

Artigos de Couro

Muitos Animais, além de aproveitada a carne de seu corpo, são esfolados para retirada de seu couro. Há casos que o animal é esfolado mesmo ainda não estando totalmente morto. Seja como for, quando você compra um artigo de couro, esta sendo conivente com a exploração e morte destes animais. Motivo pelo qual um vegan boicota: sapatos, carteiras, bolsas, capas de sofá e de bancos de automóveis etc. O consumo destes produtos patrocina o interesse comercial da burguesia na continuidade do holocausto animal. Os principais animais explorados no Brasil são os bovinos e os jacarés. Ajude-os. Não compre estes produtos.

Objetos

Ornamentos de Marfim, Animais Empalhados, Enfeites feitos com Penas, Plumas, Chifres, etc.

Peles e Plumas

Casacos de pele: muita vezes a pele dos animais é retirada com requintes de crueldade. Os animais são aprisionado em gaiolas sujas de fezes, ficam neuróticos rodopiando sobre si sem parar ou até mesmo se auto-mutilando. Alguns tem sua lingua cortada e sangram até a morte. Outros são assasinados por eletrocução, afogamento, envenenamento (nota do site: é tanta estupidez que da até aversão escrever sobre o assunto. Melhor que ler é você ver: Procure no Link Vídeos, o filme Terráqueos - parte 6).

Aqueles que são caçados com armadilhas ficam dias presos no meio da mata sangrando e sem alimento. Na tentativa de se libertarem, chegam a roer a própria pata e acabam morrendo devido a perca de sangue ou infecção.

Alguns são praticamente esfolados vivos para ter sua pele vendida.

As Plumas de Aves nos adornos “chics” ou nas fantasias carnavalescas, são outro motivo da exploração e morte de muitos animais.

Fonte: http://www.veganos.org/causa_vegan.htm

 

andreiadupski    7:40 — Arquivado em: Sem categoria


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Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o servio e siga participando do Terra Blog.