22.5.08

A cruel exploração das abelhas!

Manejo

As abelhas são manipuladas para produzir muitos produtos para o uso humano: Mel, própolis, pólen, geléia real. Pelo fato de serem vistas voando livres elas são consideradas livres das crueldades usuais da indústria das fazendas.

Entretanto, as abelhas são tratadas da mesma forma do que qualquer outro animal de fazenda.
Elas passam por uma rotina de exames e manejo, regimes alimentares artificiais, drogas e tratamento de pesticidas, manipulação genética, inseminação artificial, transporte (por ar, estrada ou trilho) e morte.

Abelhas rainhas

As abelhas rainhas são inseminadas artificialmente com esperma obtido de abelhas decapitadas. As rainhas são mortas quando sua habilidade de produção de ovos entra em declínio.

Manipulação

Quando os apicultores manipulam os favos, muitas abelhas são esmagadas e mortas. Baforadas de fumaça são lançadas para acalmar as abelhas, instrumentos especiais são introduzidos nas colméias para coletar os produtos das abelhas quando elas entram na colméia.

As abelhas são separadas de suas colméias por serem sacudidas vigorosamente ou por jatos fortes de ar, o que provoca a perda de suas asas e pernas.
As abelhas são alimentadas com pólen artificial e calda de açúcar branco para substituir o mel que foi retirado.

Testes

Muitas experiências são desenvolvidas nas colônias para aumentar a produção de mel, o que resulta em mais dinheiro.
No Japão, abelhas sofrem radiação para fazer com que os ferrões se tornem inofensivos, com o intutito de se “fabricar” abelhas sem ferrão para um manuseio mais fácil. Na Austrália, testes estão sendo feitos sobre uma proteína no ferrão da abelha para tratar o câncer.

Abelhas voam cerca de 800km em sua vida de operárias e produzem apenas meia colher (de chá) de mel. Vivem cerca de 30-35 dias.

A função dos produtos das abelhas nas colméias

Mel: fonte de alimento das abelhas, é estocado na colméia para os meses de inverno. O mel também ajuda a manter uma temperatura adequada na colméia

Cera: é usada como estrutura básica dos favos

Própolis: é usado pelas abelhas para tapar buracos e envernizar a colméia, é um antibiótico natural, antiviral e agente antifungo.

Pólen: outra fonte de alimento para as abelhas e é estocado na colméia.

Geléia real: é a única fonte de nutrição para a abelha rainha por toda a sua vida.

Na nossa alimentação podemos substituir 

Mel por: Melado de cana, malte de cereais, açúcar mascavo, demerara, xarope de glicose, suco de frutas concentrado, entre outros.

Fonte: http://www.institutoninarosa.org.br/ali_veganismo.html

"Os animais do mundo existem para seus próprios propósitos. Não foram feitos para os seres humanos, do mesmo modo que os negros não foram feitos para os brancos, nem as mulheres para os homens”.
Alice Walker

andreiadupski    11:28 — Arquivado em: Sem categoria


16.5.08

UMA GUERRA POR MINUTO

PARA OS ANIMAIS NÃO-HUMANOS NÃO HOUVE SEGUNDA GUERRA MUNDIAL. POIS A PRIMEIRA JAMAIS TERMINOU…

Um ser humano que viver 70 anos terá sido testemunha direta ou indireta, durante sua vida, do massacre cruel e desnecessário de mais de quatro trilhões de animais.

ASSASSINATOS DE ANIMAIS POR ANO:
(Números oficiais. Estima-se que na realidade possa haver até o dobro de mortes anuais):
30 bilhões para experimentações científicas
30 bilhões para alimentação
400 milhões para caça esportiva
120 milhões para a indústria da moda
40 milhões para controle de zoonoses

UMA GUERRA POR MINUTO:
4,2 trilhões de animais em 70 anos de vida
60 bilhões de animais por ano
5 bilhões de animais por mês
1,25 bilhão de animais por semana
178 milhões de animais por dia
7,5 milhões de animais por hora
125 mil animais por minuto
2 mil animais por segundo.

Por um mundo vegetariano. Pelas pessoas. Pelos animais. Pelo planeta.

Fonte: Revista dos Vegetarianos, ano 1, número 12.

andreiadupski    16:53 — Arquivado em: Sem categoria


12.5.08

HOMEM X CARNE

A pergunta começa de uma forma simples e direta:

1. Quando você vê um animal morto na estrada, você fica tentado à parar para um " lanchinho"?
2. A visão de um pássaro morto faz você salivar?
3. Você sonha em matar vacas com suas próprias mãos e comê-las cruas?
4. Ao ver a foto abaixo, qual a sua reação? Repugnância ou salivação?

Se você respondeu não à todas as questões e se sentiu repugnado com as fotos, então PARABÉNS – você é um ser humano herbívoro normal – goste da idéia ou não.

A constituição humana não é carnívora. Humanos não têm as características físicas e nem os instintos dos carnívoros que os levam a matar animais e devorar suas carcassas.

Agora, leia abaixo os dados técnicos que vão te surpreender e fazer você pensar duas vezes antes de achar que você é um ser humano carnívoro.

Fisiologia Humana

Biologistas têm estabelecido que animais que têm as mesmas características físicas também compartilham de uma mesma dieta. Comparando a anatomia de carnívoros com a nossa própria anatomia, fica mais do que claro que nós não fomos feitos para comer carne.

DENTES E UNHAS

Para iniciarmos o contraste entre a fisiologia dos humanos com os seres carnívoros, comece no início do sistema digestivo. Dentes, unhas e estrutura da mandíbula indicam que a natureza pretendeu que os seres humanos comessem baseados em uma dieta baseadas em plantas. Eles têm unhas muito menores e menos agressivas do que os animais carnívoros e dentes “caninos” ( caninos somente no nome… ) pateticamente menores. Em contraste, os carnívoros compartilham de garras afiadas e dentes caninos grandes capazes de cortar carne.

As mandíbulas dos carnívoros movem-se somente de baixo para cima, o que faz com que eles cortem grandes pedaços de carne de sua presa e engulam inteiro. Humanos e outros herbívoros conseguem mover suas mandíbulas para cima e para baixo e também de um lado para o outro, um movimento que os permite a mastigação de comidas fibrosas e plantas. Carnívoros não têm estes molares achatados. Se humanos fossem projetados para comer carne, teriam os mesmos tipos afiados de dentição e as garras dos carnívoros. Ao contrário, sua estrutura mandibular, os molares achatados e a falta de garras indicam que não fomos projetados para comer carne.

Dr. Richard Leakey, um renomado antropologista, resume desta maneira: “Você não pode cortar carne com suas mãos. Nossos dentes de trás não servem para cortar carne. Nós não temos dentes caninos grandes e não teríamos como lidar com fontes de comida que necessitassem destes grandes caninos”.

ACIDEZ ESTOMACAL

Após usar suas garras afiadas e dentes para capturar e matar suas presas, carnívoros engolem sua comida por inteiro, confiando em seus sucos gástricos extremamente ácidos para fazer a maior parte do trabalho de digestão. A acidez do estômago dos carnívoros na verdade é quem faz os grandes trabalhos d digerir a carne e matar as bactérias perigosas bactérias que poderiam adoentar ou matar o carnívoro.

Nossos ácidos estomacais são muito mais fracos porque ácidos fortes não são necessários para digerir comida já pré mastigadas como frutas e vegetais. Comparando os ácidos dos carnívoros com herbívoros, fica óbvio que os humanos se encaixam na segunda categoria. Os humanos podem cozinhar a carne para matar um pouco das bactérias e facilitar na hora de mastigar, mas fica claro que os humanos, diferentemente dos carnívoros, não foram designados para digerir carne.

COMPRIMENTO DO INTESTINO

Evidências de nossa natureza herbívora também é encontrada no tamanho de nossos intestinos. Carnívoros têm um sistema intestinal e cólon que permitem a passagem da carne de forma relativamente rápida, antes que a carne tenha alguma chance de apodrecer e causar doenças. Humanos, por outro lado, têm sistema intestinal muito mais longo que dos carnívoros. Assim como outros herbívoros, intestinos longos permitem que o corpo leve mais tempo para “quebrar” fibras e absorver os nutrientes de uma dieta de um não carnívoro.

O longo sistema intestinal humano na verdade é um fato de alto risco para aqueles que comem carne. A bactéria na carne acabam tendo tempo de sobra para se multiplicar durante a longa viagem pelo intestino, e a carne começa a apodrecer enquanto ainda passa pelo intestino. Muitos estudos também mostraram que a carne causa câncer de cólon em humanos.

Comparando a nossa anatomia fica ilustrado o fato de que o corpo humano foi contruido para se basear em uma dieta vegetariana. Humanos não têm absolutamente nenhuma das características distintas anatômicas que oscarnívoros ou até mesmo onívoros naturais têm.

Veja os dados abaixo ( “The Comparative Anatomu of Eating”, do Dr.Milton Mills ), que compara as características típicas dos carnívoros, onívoros, herbívoros e humanos. Note as semelhanças de nossas características em relação aos herbívoros:

MÚSCULOS FACIAIS

CARNÍVOROS: Reduzidos, para permitir uma abertura maior
ONÍVOROS: Reduzidos
HERBÍVOROS: Bem desenvolvidos
HUMANOS: Bem desenvolvidos

MASTIGAÇÃO

CARNÍVOROS: Nenhuma; engole comida por inteiro
ONÍVOROS: Engole comida por inteiro e/ou a esmaga
HERBÍVOROS: Mastigação extensiva necessária
HUMANOS: Mastigação extensiva necessária

MOVIMENTAÇÃO DA MANDÍBULA

CARNÍVOROS: Cortante; Movimentação mínima para as laterais
ONÍVOROS: Cortante; Movimentação mínima para as laterais
HERBÍVOROS: Boa movimentação lateral e de cima para baixo
HUMANOS: Boa movimentação lateral e de cima para baixo

SALIVA

CARNÍVOROS: Não há enzimas digestivas
ONÍVOROS: Não há enzimas digestivas
HERBÍVOROS: Enzimas digestivas de carboidratos
HUMANOS: Enzimas digestivas de carboidratos

DENTIÇÃO ( INCISIVOS )

CARNÍVOROS: Curtos e pontudos
ONÍVOROS: Curtos e pontudos
HERBÍVOROS: Achatados, grandes e em forma de espada
HUMANOS: Achatados, grandes e em forma de espada

DENTIÇÃO ( CANINOS )

CARNÍVOROS: Longos, afiados e curvados
ONÍVOROS: Longos, afiados e curvados
HERBÍVORO: Curtos e não afiados/ou longos ( para defesa )/ ou nenhum
HUMANOS: Curtos e não afiados

DENTIÇÃO ( MOLARES )

CARNÍVOROS: Afiados, cortante e em formato de lâmina
ONÍVOROS: Lâminas afiadas e/ou achatadas
HERBÍVOROS: Achatados com elevações VX camada complexa
HUMANOS: Achatados com elevações nodulares

ACIDEZ ESTOMACAL

CARNÍVOROS: Menor ou igual à PH de 1 com comida no estômago
ONÍVOROS: Menor ou igual à PH de 1 com comida no estômago
HERBÍVOROS: PH de 4 ou 5 com comida no estômago
HUMANOS: PH de 4 ou 5 com comida no estômago

SISTEMA INTESTINAL

CARNÍVOROS: De 3 à 6 vezes maior que o comprimento do corpo
ONÍVOROS: De 4 à 6 vezes maior que o comprimento do corpo
HERBÍVOROS: De 10 até 12 vezes maior que o comprimento do corpo
HUMANOS: De 10 até 11 vezes maior que o comprimento do corpo

UNHAS

CARNÍVOROS: Garras afiadas
ONÍVOROS: Garras afiadas
HERBÍVORO: Unhas achatadas ou casco sem garras, sem pontas
HUMANO: Unhas achatadas

SUOR

CARNÍVOROS: Suam pela lingua
ONÍVOROS: Suam pela lingua
HERBÍVOROS: Suam pela pele
HUMANOS: Suam pela pele

Fonte: http://www.vivaosanimais.com.br/page.html

andreiadupski    9:16 — Arquivado em: Sem categoria


6.5.08

A TODAS AS MÃES

No próximo dia das mães, muitas delas não terão nada para festejar!
A indústria de Carnes, Ovos e Laticínios privam as mães do direito mais básico: CUIDAR DOS FILHOTES!

Independentemente da raça ou da espécie, uma coisa é certa: mãe só há uma. Tal como para os humanos, não existe nada mais forte no mundo animal do que a relação entre mãe e filho. As crias dependem das suas mães para sobreviver e, de um modo geral, são elas que as preparam para a vida adulta. As mães são muito carinhosas, podendo ser também, por vezes, agressivas com todos os que querem fazer mal aos seus filhos. Estes são a sua principal prioridade e razão de viver.

Por essa mesma razão, o seu sofrimento e aflição são tão grandes quando vêem os filhos serem-lhes roubados. Um sentimento de perda que não consegue ser ultrapassado e que muitas vezes, tal como acontece com os humanos, é a principal causa de angústia e depressão.

Todos os anos, milhares de crias são roubadas às suas mães que, por seu lado, são obrigadas a procriar e a renunciar continuamente à criação dos seus filhos.

Os bezerros machos, por exemplo, são retirados das mães imediatamente após o seu nascimento e colocados em caixotes de madeira, onde serão alimentados à base de leite desnatado. Quando atingem os 4 meses de vida (anêmicos e com os músculos atrofiados), são mortos para que a sua carne (vitela) seja vendida.

A mãe porca e os seus leitões parecem ter o mesmo destino infeliz. A mãe porca é obrigada a procriar pelo menos 2 vezes ao ano. Os leitões são desmamados antes de fazerem 1 mês de vida e, em seguida, são encaminhados para a engorda seguida de abate.

Por sua vez, a mãe galinha vê os seus ovos serem-lhe retirados logo após a postura, para serem chocados em incubadoras artificiais. Com apenas um dia de idade, os seus pintinhos são levados para os aviários. Mas se forem pintos machos o mais provável é que sejam descartados, pois não são rentáveis para a indústria.

Estes são apenas alguns exemplos da vida infeliz de muitas mães do mundo animal. Mães que, sentindo-se impotentes por não conseguirem proteger as suas crias, a única coisa que lhes resta é chorar a sua perda.

O Dia da Mãe não é apenas o dia da nossa mãe, mas sim de todas as mães do mundo. Independentemente de ter sido quem nos deu à luz, a sua religião, raça ou espécie, devemos apenas respeitá-las e mostrar-lhes que nos lembramos delas.

Algumas propostas para um Dia da Mãe diferente:

- Ajude uma mãe de outra espécie; a maioria das associações de animais permite não apenas adotar, mas também apadrinhar uma das muitas mães cadela/gata e filhotes acolhidos;
- Convide a mamãe para um almoço/jantar num
restaurante vegetariano;
- Prepare um
bolo vegano especial para o dia da Mãe;

————————————————————-
Adaptado de
www.centrovegetariano.org

DIVULGAÇÃO
www.gatoverde.com.br
em Defesa dos Direitos Animais

 

 

andreiadupski    12:37 — Arquivado em: Sem categoria


5.5.08

Frase- Gary Francione

“Não há nenhuma diferença significativa entre comer carnes e comer laticínios ou outros produtos animais. Os animais explorados na indústria de laticínios vivem mais tempo do que os que são usados por sua carne, mas são mais maltratados durante suas vidas e acabam indo parar no mesmo matadouro, depois do quê consumimos sua carne do mesmo jeito. Há provavelmente mais sofrimento num copo de leite, ou num sorvete, do que num bife. E qualquer um que pensar que um ovo — mesmo o que vem das chamadas “galinhas soltas” — não é produto de um sofrimento tão horrível quanto a carne não conhece muito bem a indústria de ovos”

FRANCIONE, 2006

andreiadupski    22:51 — Arquivado em: Sem categoria


Gary Francione

Gary Lawrence Francione (1954) é Distinto Professor de Direito de Lei e Filosofia da faculdade estatual de New Jersey. Seu trabalho acadêmico é conhecido pela teoria abolicionista de Direitos Animais.

Ao contrário de Peter Singer, não é um Utilitarista, suas idéias são baseadas em direitos básicos e não na dicotomia dor e prazer. Também discorda de Tom Regan, argumentando que a morte de um animal não pode ser considerada inferior à de um ser humano, pois a sua senciência é uma ferramenta de sobrevivência e esta seria uma intenção explícita de permanecer vivo. Também argumenta que não podemos compreender a morte de um animal de acordo com os parâmetros humanos. Para ele, devemos dar um direito único aos animais: O de não ser propriedade.

Francione defende que a base moral do caminho abolicionista deve ser o veganismo, ou seja, a rejeição de qualquer produto de origem animal. Seu trabalho pode ser dividido em três áreas:

1) o status de propriedade dos animais
2) a diferença entre Direitos Animais e o Bem-Estar Animal
3) a teorial de direitos animais baseada na senciência

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gary_Francione

ENTREVISTA Gary Francione: Por que o Veganismo é Sua Base Moral
Leia a entrevista em:
http://www.gato-negro.org/content/view/72/48

Direitos Animais

Conforme a Teoria Abolicionista de Gary L. Francione

1. Todos os seres capazes de sentir (seres sencientes), humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não serem tratados como propriedade dos outros.

2. Nosso reconhecimento desse direito básico significa que devemos abolir, em vez de simplesmente regulamentar, a exploração institucionalizada dos animais – porque ela pressupõe que os animais sejam propriedade dos humanos.

3. Assim como rejeitamos o racismo, o sexismo, a homofobia e o preconceito contra as pessoas de idade, rejeitamos o especismo. A espécie de um ser senciente não é razão para que se negue a proteção a esse direito básico, assim como raça, sexo, orientação sexual ou idade não são razões para que a inclusão na comunidade moral humana seja negada a outros seres humanos.

4. Reconhecemos que não vamos abolir de um dia para o outro a condição de propriedade dos não-humanos, mas vamos apoiar apenas as campanhas e posições que promovam explicitamente a agenda abolicionista. Não vamos apoiar posições que reivindiquem regulamentações supostamente "melhores" da exploração animal. Rejeitamos qualquer campanha que promova sexismo, racismo, homofobia ou outras formas de discriminação contra humanos.

5. Reconhecemos que o passo mais importante que qualquer um de nós pode dar rumo à abolição é adotar o estilo de vida vegano e educar os outros sobre o veganismo. Veganismo é o princípio da abolição aplicado à vida pessoal. O consumo de carnes (vaca, ave, pescado, etc.), de laticínio, ovo e mel, assim como o uso de animais para roupas, entretenimento, pesquisa ou qualquer outro fim, são incompatíveis com a perspectiva abolicionista.

6. Reconhecemos a não-violência como o princípio norteador do movimento pelos direitos animais.

©2002 Gary L. Francione
Trad.: Regina Rheda

andreiadupski    8:46 — Arquivado em: Sem categoria


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