24.10.08

Não beba leite, pela sua saúde!

O ser Humano é o único animal no planeta que continua a ingerir leite depois de se tornar um adulto. No entanto, o organismo adulto humano já não está preparado para ingerir leite, muito menos o leite de outras espécies que não está adaptado para o corpo humano, mas sim para o organismo da sua espécie.

Ao contrário do que a indústria dos lacticínios dá a indicar em seus anúncios mediáticos (televisão, jornais, revistas, rádio, etc) e, através de alguns médicos e nutricionistas enganados (por desinformação) ou "comprados" (por corrupção) pela propaganda dessa mesma indústria, o leite de origem animal não só não é um bom "alimento" para humanos, como não ajuda a evitar a osteoporose e, pelo contrário, ajuda a provocar a mesma, para além de outras doenças graves como alguns tipos de cancros.

Para saber porque o leite provoca problemas de saúde, leia os artigos científicos abaixo indicados e conheça a verdadeira realidade deste "alimento" e os profundos interesses económicos por detrás do mesmo.

Não beba leite, pela sua saúde!

Esta íntima relação explica-se através de um aumento da quantidade, no organismo humano, de uma substância designada de factor de crescimento semelhante à insulina-I (IGF-I) encontrada no leite de vaca. Esta substância pode também ser encontrada, em elevadas quantidades, na corrente sanguínea de indivíduos consumidores regulares deste tipo de leite. Estudos recentes comprovam que homens com elevadas concentrações sanguíneas de IGF-I, apresentam quatro vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro da próstata do que outros indivíduos com concentrações sanguíneas de IGF-I mais baixas. Também o cancro do ovário está relacionado com o consumo de produtos lácteos: o açúcar do leite, quando desdobrado no organismo humano, dá origem a outro açúcar mais simples, designado por galactose, que, por sua vez, é também desdobrado por várias enzimas. Quando o consumo destes produtos excede a capacidade destas enzimas para desdobrarem a galactose, esta pode circular na corrente sanguínea, o que poderá, a longo prazo, afectar os ovários. Mulheres consumidoras de leite de origem animal apresentam três vezes mais probabilidades de virem a sofrer de cancro nos ovários.

A diabetes insulino-dependente está também relacionada com o consumo de leite e produtos lácteos. Pesquisadores encontraram uma proteína característica dos produtos lácteos que provoca uma reacção auto-imune, que, por sua vez, afecta as células do pâncreas, afectando, por isso, também, a capacidade do organismo de produzir insulina.

O leite e seus equivalentes e derivados são frequentemente recomendados para prevenir a osteoporose. Contudo, pesquisas e estudos demonstram que o risco de fractura óssea é igual em consumidores de leite de origem animal e em não consumidores deste produto. Assim, ficou provado por vários estudos que, na prevenção da osteoporose, é fundamental reduzir os factores descalcificantes, tais como o consumo de sal e de proteína animal – em vez de manter ou aumentar o consumo de cálcio através de lacticínios (que contêm proteína animal).

A doença cardiovascular é uma das doenças que está mais relacionada com o consumo de produtos lácteos, pois têm elevadas quantidades de gordura saturada e colesterol, aumentando imenso as probabilidades de quem consome estes produtos vir a sofrer de doença coronária.

Os sintomas da intolerância à lactose são diarreia, flatulência e distúrbios gastrointestinais, e surgem devido à ausência, no organismo humano, de enzimas capazes de actuar na digestão do açúcar do leite. Esta ausência é um processo natural que ocorre no organismo, pois os humanos são mamíferos e os mamíferos não necessitam de consumir leite durante a vida adulta (menos ainda de outras espécies). Humanos que insistem em consumir leite após o seu desmame forçam o organismo a continuar a produzir estas enzimas, daí ser tão comum encontrar pessoas intolerantes à lactose.

O consumo de lacticínios não está só relacionado com doenças e alergias – os agentes contaminantes encontrados em várias amostras de leite são um grave problema para a saúde humana. A indução artificial da produção de leite conduz a inflamações graves nas glândulas mamárias dos animais, que requerem tratamento à base de antibióticos. Vestígios destes antibióticos, bem como de pesticidas e outros medicamentos, são encontrados em leites e outros produtos derivados.

Uma dieta alimentar diária livre de produtos lácteos contribui para a redução da perda de cálcio, diminuindo o risco de osteoporose. A alimentação vegetariana oferece todo o cálcio necessário, a partir de alimentos ricos em antioxidantes, fibra, ácido fólico, hidratos de carbono complexos, ferro e outras vitaminas e minerais importantes, que não são encontrados em lacticínios.

Leite de vaca - Um perigo de saúde

O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito comulativo prejudicial. Com 59 hormonas activas, vários alérgenos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares.

Quantidade:
Todos os lacticínios em geral, por derivarem do leite, podem ser fonte do mesmo problema. O queijo, por exemplo, contém os mesmos constituintes do leite numa proporção de 10 para um. São necessários 10 quilos de leite para fazer um quilo de queijo. E quanto à manteiga, conta com cerca de 21 vezes o que estiver contido nas moléculas de gordura da mesma quantidade de leite.

Gordura:
Muita gente suspeita que a manteiga é só gordura, mas não tem idéia de quanta gordura existe no leite e no resto dos laticínios.
Os produtos que usam derivados do leite (caseína, soro, lactose) são provavelmente uma causa importante de problemas de peso e saúde.

Leite integral: 49% das calorias vêm da gordura.
Leite meio-gordo (2%): 35% das calorias vêm da gordura.
Queijo cheddar: 74% das calorias vêm da gordura.
Manteiga: 100% das calorias vêm da gordura.

Cálcio:
Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.

O cálcio do leite de vaca é basicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11% do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente, para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por 78.000 enfermeiras num período de 12 anos.

Segundo a USDA, 240g (uma xícara) de leite contém:
Cálcio (Ca) - 291,336 mg
Magnésio (Mg) - 32,794 mg

Bactérias:
Permite-se que haja fezes no leite de vaca. Esta é uma grande fonte de bactérias, como não poderia deixar de ser. Normalmente o leite é pasteurizado mais de uma vez antes de chegar à tua mesa - cada vez durante 15 segundos à temperatura de 72°C. Por contraposição, para esterilizar a água exige-se que ela seja fervida (100°C) por vários minutos. Por outro lado, à temperatura ambiente o número de bactérias no leite duplica a cada 20 minutos.

Fonte: http://www.centrovegetariano.org/Article-10-Leite%2Bde%2Bvaca.html

andreiadupski    16:40 — Arquivado em: Sem categoria


23.10.08

Substituindo os ovos

Dá pra veganizar praticamente qualquer receita que você queira. E se a tal receita pedir ovos, aqui vão várias alternativas para o uso deles. Deixe as pobres galinhas em paz, e faça comidinhas veganas deliciosas simplesmente substituindo os ovos.

Dicas e truques para substituir ovos:

Muitos livros de receita veganos aqui nos EUA já se utilizam das formas mais populares de substituir ovos: usando uma marca chamada Ener-G pra assar bolos ou outros doces, ou usando tofu mexido em vez de ovos mexidos, e usando o próprio tofu no preparo de quiches ou tortas. Mas há muitas outras opções que podem inclusive funcionar melhor, dependendo da receita.

• 1 ovo = 2 colheres (sopa) de amido de batata (bom pra dar liga)

• 1 ovo = 1/4 (xícara) de ameixa seca amassada

• 1 ovo = 1/4 (xícara) de purê de maçã (ótimo pra sobremesas)

• 1 ovo = 1 banana amassada: também ótimo pra sobremesas, mas o produto final vai ter uma textura grossa. Adicione 1/2 colher (chá) de fermento pra obter uma textura mais fina

• 1 ovo = 2 colheres (sopa) de água + 1 colher (sopa) de azeite + 2 colheres (chá) de fermento

• 1 ovo = 1/4 (xícara) de purê de batatas: ótimo pra dar liga em certas receitas

• 1 ovo = 1 colher (sopa) de semente de linhaça em pó misturada a 3 colheres (sopa) de água (deixe em fogo baixo até quase ferver). Excelente adição de ômega 3 à sua receita.

• 1 clara de ovo = 1 colher (sopa) de ágar-ágar em pó dissolvida em 1 colher (sopa) de água: bata a mistura, deixe esfriar na geladeira e bata de novo.

Lembre-se de que é importante escolher o substituto apropriado pra cada prato. Ameixa seca amassada não vai funcionar numa "omelete", e purê de batatas não vai ficar legal num bolo. Pense na função que esse substituto do ovo vai ter no prato que você está criando: ele está ali pra dar liga ou pra fazer crescer? - e pense no sabor do seu prato. Depois de algumas tentativas, mesmo que algumas não dêem certo, você vai encontrar pelo menos uma maneira bem legal de substituir os ovos em praticamente qualquer prato. Experimente!

fonte: brazilnut-nyc.blogspot.com
um blog vegano brasileiro em nova york


andreiadupski    8:06 — Arquivado em: Sem categoria


Como se forma um pintinho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

andreiadupski    7:53 — Arquivado em: Sem categoria


10.10.08

Vídeo mostra coelhos gritando durante o abate

A atriz Gillian Anderson narra nas filmagens miseráveis condições de vida para coelhos, que se limitavam a minúsculas gaiolas antes de serem abatidos

A pele de coelho das fazendas na China e na França, dois países a partir do qual Giorgio Armani tem comprado pele de coelho.

O vídeo e filmado a partir do inquérito. Os
trabalhadores da fazenda chinês puxam coelhos fora de gaiolas ouvem-se  muitos gritos e atiram na cabeça dos animais em cativeiro metralhadoras, muitas vezes. Coelhos são  guilhotinados nas gargantas e pode ser visto contracção muscular e agitação,  vivos e ainda com olhos abertos.

No site do PETA você pode entrar em contato com Giorgio Armani, pois o mesmo prometeu eliminar definitivamente todas as peles da sua coleção.


fonte:
getactive.peta.org/campaign/armani_fur_investigation?c=weekly_enews

 

andreiadupski    12:36 — Arquivado em: Sem categoria


O Abate Humanitário e alguns números

Matéria do CPDA: Comitê para Pesquisa, Divulgação e Defesa dos Direitos Animais

Há algumas décadas, a indústria de alimentos de origem animal implementou, ao menos nos países mais desenvolvidos, o chamado "abate humanitário", visando evitar o sofrimento causado aos animais durante o abate.

Será que pode existir isto – "abate humanitário"? Destacamos os dados contidos no texto abaixo, são números de animais abatidos para consumo humano em 2003. A respeito destes números, indagamos:

Como é possível lidar com tantos animais, num ritmo de produção acelerado, e garantir o "humanitarismo" dos procedimentos?

O simples bom-senso mostra que acreditar no que diz a indústria, sobre os cuidados que supostamente oferece aos animais, é arriscar-se a ser ludibriado.

A indústria de alimentos de origem animal prejudica a todos nós de muitas formas. Entretanto, são os animais os primeiros afetados, e é nossa obrigação saber o que se passa ali e acabar com tudo isso.

Segue o texto do Centro Vegetariano:

Número de animais para consumo humano

Com base nas estatísticas da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations - http://www.fao.org ) sobre Agricultura (Statistical Databases – Agriculture), o Secretariado da União Vegetariana Europeia (EVU), num comunicado recente, apresentou o número de animais mortos no mundo para consumo humano durante o ano de 2003.

Os números foram estabelecidos a partir de relatórios provenientes de mais de 210 países. Mas deve ter-se em atenção que alguns países e territórios não fornecem dados.

Animais abatidos em 2003 (por ordem decrescente):

- Galinhas e frangos: 45 bilhões e 900 milhões
- Patos: 2 biliões e 260 milhões
- Porcos: 1 bilião e 240 milhões
- Coelhos: 857 milhões
- Perus: 691 milhões
- Gansos: 533 milhões
- Carneiros, ovelhas, cordeiros: 515 milhões
- Cabras: 345 milhões
- Bois, vacas, vitelos: 292 milhões
- Roedores: 65 milhões
- Pombos e outras aves: 63 milhões
- Búfalos: 23 milhões
- Cavalos: 4 milhões
- Asnos, mulas, machos: 3 milhões
- Camelos e outros camelídeos: 2 milhões

A soma de todos estes números prefazem um total de mais de 50 bilhões de animais, sem ter em conta os animais aquáticos (peixes e crustáceos).

Os números referem-se apenas aos animais abatidos nos matadouros. Excluem-se os animais de criação extensiva (geralmente para consumo doméstico) assim como os que são alvo da caça, difíceis de contabilizar por não haver qualquer tipo de controle.

Tendo em conta que um onívoro consome em média 95 animais por ano e que a população mundial não-vegetariana é de bilhões, compreende-se que o número exato de animais mortos para a alimentação humana será muito superior àquele que os dados da FAO nos fornece. Sabe-se que só nos EUA se consomem anualmente mais de 10 bilhões de animais.

fonte: www.explorinter.com.br/home/artigo/16

andreiadupski    9:35 — Arquivado em: Sem categoria


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